Projeções diferentes
O Commerzbank manteve a projeção de dólar a R$ 5,20 no fim do ano e considerou possível uma correção no curto prazo, conforme investidores assimilem o resultado eleitoral. Para o banco, a trajetória no médio prazo dependerá da capacidade de o governo fazer um ajuste fiscal crível e conduzir reformas.
O Wells Fargo ampliou sua posição apostando na queda do dólar e indicou R$ 5,30 como preço justo. Já a Capital Economics passou a projetar R$ 5,50 no fim do ano, ante R$ 5,40; seu economista considera que o Congresso pode limitar a expansão fiscal, mas observou que ainda não havia sido anunciado o futuro ministro da Fazenda.
Decisões do governo seguem no radar
O Société Générale encerrou posições que apostavam na valorização do real e afirmou que pode voltar a fazê-lo se diminuírem os riscos institucionais e a volatilidade. O banco não via, naquele momento, uma nova onda de desvalorização como tendência.
O Goldman Sachs apontou que a nomeação do ministro da Fazenda e a aprovação do Orçamento de 2027 podem influenciar a avaliação do risco fiscal. Ainda assim, afirmou que os riscos de curto prazo apontavam para um cenário mais negativo e mencionou a saída de recursos e a necessidade de tratar o problema fiscal.
O que acompanhar a partir daqui
- A nomeação do próximo ministro da Fazenda e a aprovação do Orçamento de 2027 são decisões apontadas pelo Goldman Sachs como relevantes para a trajetória do câmbio.
- A capacidade de implementar um ajuste fiscal crível é destacada pelo Commerzbank como fator-chave para o câmbio no médio prazo.
Transparência
De onde vieram as informações
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- https://www.infomoney.com.br/#organizationDólar sobe 10% após eleição; bancos veem exagero e Congresso como contrapeso ↗Publicação na origem: 07/11/2026, 13:07 BRT · consulta: 08/11/2026, 00:00 BRT
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