Mudanças na seleção
Entram Itaúsa, Suzano, TIM e Eneva, nos lugares de B3, Gerdau, Rede D’Or e Copel, respectivamente. A decisão, segundo os estrategistas do banco, busca reduzir o risco da carteira e aumentar a presença de empresas pagadoras de dividendos após a volatilidade de outubro.
A Itaúsa estreia com peso de 15%, o maior da seleção. A TIM terá 8%, e o Safra projeta para a operadora retorno em dividendos de 12% em 2027.
A escolha da Suzano combina, na avaliação do banco, uma perspectiva mais favorável para a celulose com a exposição da empresa ao dólar. A Eneva substitui a Copel após a correção de suas ações em outubro, que o Safra considera uma oportunidade de compra.
Desempenho e risco
Em outubro, a carteira recuou 10,05%, com dividendos reinvestidos, enquanto o Ibovespa caiu 9,88%. No acumulado de 2026, a Top 10 sobe 5,64%, ante avanço de 4,22% do índice.
Com os ajustes, o Safra estima beta de 0,91 para novembro. O banco afirma que um indicador abaixo de 1 representa sensibilidade às oscilações do mercado menor que a do índice de referência.
O que acompanhar a partir daqui
- A carteira mantém Vale, mas seu peso foi reduzido de 10% para 7,5% após os resultados trimestrais da mineradora.
Transparência
De onde vieram as informações
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- https://www.moneytimes.com.br/#organizationSafra ajusta carteira após queda de 10% e aposta em ações de dividendos; confira ↗Publicação na origem: 02/11/2026, 18:12 BRT · consulta: 03/11/2026, 01:00 BRT
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