Inflação e atividade pesam na projeção

O Inter avalia que o IPCA acumulado em 12 meses pode se aproximar de 6% até fevereiro. Entre os fatores de pressão que cita estão o dólar a R$ 5,40, a retirada parcial dos subsídios à gasolina e possíveis efeitos do fim da escala 6×1 e da implementação do IVA em 2027.

Na direção oposta, o banco aponta perda de força nos indicadores de atividade e crédito e sinais de arrefecimento no mercado de trabalho. Essa desaceleração sustenta, na avaliação do Inter, a expectativa de um último corte em novembro.

Retomada dependeria de medidas fiscais

O Inter condiciona a retomada dos cortes, prevista apenas para o fim de 2027, à implementação de medidas fiscais. O relatório diz que seriam necessárias ações para melhorar as contas públicas no próximo ano e mudanças estruturais para conter o crescimento dos gastos nos anos seguintes.

O banco também considera possível, embora improvável, uma volta das altas da Selic caso o governo adie medidas de ajuste ou amplie despesas de forma imprevisível, agravando o déficit e pressionando o real.

O que acompanhar a partir daqui

  • A decisão do Copom em novembro: o Inter ainda prevê corte de 0,25 ponto percentual, mas admite que a taxa pode ser mantida em 13,75%.
  • A implementação de medidas fiscais, que o Inter aponta como condição para retomar os cortes no fim de 2027.
Conferir novas manchetes no Ao Vivo →

Transparência

De onde vieram as informações

Texto próprio preparado com auxílio de IA e conferido automaticamente com os trechos da fonte identificada. Essa checagem pode falhar e não garante ausência de erros. Consulte a origem; explicações e contexto não são previsões de mercado.

  1. https://www.moneytimes.com.br/#organizationAté um dos mais otimistas pisou no freio: Inter eleva projeção da Selic e vê pausa nos cortes ↗Publicação na origem: 02/11/2026, 17:02 BRT · consulta: 03/11/2026, 00:00 BRT

Este texto registra informações com data. A fonte pode publicar atualizações. Conheça a política editorial.