O que pesou na decisão
O Copom afirmou que a atividade econômica está moderando de forma mais acentuada. Ao mesmo tempo, apontou aceleração da inflação em medidas subjacentes e retorno acima do teto da meta, além de riscos inflacionários elevados e com viés de alta.
Entre os fatores externos citados pelo Banco Central estão os conflitos no Oriente Médio, que pressionam o petróleo e seus derivados, e uma política monetária mais restritiva nas economias avançadas. O comunicado também listou riscos ligados às expectativas de inflação, aos serviços, ao câmbio e ao consumo, além de riscos de baixa associados a uma desaceleração mais forte e à queda de preços de commodities.
Leitura do comunicado
A reportagem registra que a referência, presente na reunião anterior, ao tamanho do ciclo de ajustes conforme os próximos indicadores deixou de aparecer no comunicado. Um analista ouvido pela publicação interpretou a mudança como sinal de que os cortes podem ter terminado, mas essa é uma avaliação, não uma decisão anunciada pelo Copom.
O que acompanhar a partir daqui
- Acompanhar se surgem evidências mais claras de convergência da inflação e das expectativas para níveis compatíveis com a meta, ponto citado por um economista ouvido pela reportagem.
Transparência
De onde vieram as informações
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- Bora InvestirCopom interrompe cortes e mantém taxa Selic em 13,75% ao ano ↗Publicação na origem: 04/11/2026, 18:49 BRT · consulta: 05/11/2026, 00:25 BRT
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