Retorno ainda abaixo da referência

No BrasilAgro Day, realizado em 5 de novembro, em São Paulo, o CEO André Guillaumon afirmou que os preços das propriedades rurais já caíram, mas que os descontos ainda não bastam para justificar novas compras. As oportunidades avaliadas pela empresa têm retorno estimado entre 4% e 5%, abaixo da faixa de aproximadamente 7% a 8% que ela usa como referência para voltar a comprar.

Guillaumon citou propriedades no Mato Grosso que, segundo ele, passaram de avaliações de R$ 150 mil a R$ 160 mil para cerca de R$ 120 mil. Mesmo com essa queda, afirmou que a companhia não vê retorno suficiente nas oportunidades atuais.

Áreas menores e pressão financeira

A BrasilAgro avalia propriedades de 2 mil a 3 mil hectares, ante o filtro anterior de 5 mil a 6 mil hectares. A empresa considera tanto operar diretamente as áreas quanto estruturar contratos para que terceiros assumam a operação, preservando a possibilidade de venda futura.

Na avaliação da companhia, o custo do dinheiro é uma pressão importante para os produtores rurais. Guillaumon observou que a curva de juros, após apontar níveis de 11% a 11,5% antes das eleições, voltou a precificar taxas próximas de 15%; a empresa diz que dificuldades financeiras podem aumentar a oferta de propriedades.

O que acompanhar a partir daqui

  • A empresa afirma que poderá retomar compras quando encontrar oportunidades com retorno na faixa de 7% a 8%.
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Transparência

De onde vieram as informações

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  1. https://www.moneytimes.com.br/#organizationBrasilAgro (AGRO3) vê novo ciclo de compras de terras e muda perfil de aquisições, mas exige retorno de 7% a 8% ↗Publicação na origem: 05/11/2026, 19:36 BRT · consulta: 06/11/2026, 00:45 BRT

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